De tempos em tempos ouvimos falar em El Niño e La Niña e seus respectivos impactos na temperatura, na chuva e como tudo isso influencia principalmente a agricultura. Mas você sabia que além do setor agrícola os fenômenos influenciam também no setor de energia

Até mesmo a energia eólica não está de fora da poderosa La Niña. Ficou curioso em saber qual é a relação entre os dois? Acompanhe nosso conteúdo que você irá entender e como a Somar Meteorologia pode te ajudar.

O que é La Niña?

Para que tudo fique muito claro vamos começar entender melhor o que é o fenômeno La Niña. A La Niña vai muito além do “resfriamento das águas do Oceano Pacífico” e deixar o Sul do Brasil mais seco e mais frio.

No Oceano Atlântico Sul e Atlântico Norte existem grandes áreas de alta pressão (ventos que giram no sentido anti horário no Hemisfério Sul e no sentido horário no Hemisfério Norte) conhecidas como “Alta Subtropical do Atlântico”. 

Os ventos destas duas grandes circulações se encontram próximo à Linha do equador recebendo o nome de “ventos alísios”. Estes ventos sopram de leste para oeste durante todo o ano variando apenas a sua posição (ora mais ao norte e ora mais ao sul) dependendo da estação do ano, justamente devido às posições dos sistemas de alta pressão do Atlântico.

Em anos de La Niña os ventos alísios ficam mais intensos do que o normal e este é um dos motivos para as águas do Oceano Pacífico ficarem mais frias próximo às Américas e a Oceania ficar mais chuvosa. Além disso, a Alta Subtropical do Atlântico Sul fica mais distante, favorecendo a intensificar os ventos alísios.

La Niña e a energia eólica

Agora que você entendeu um pouco melhor sobre La Niña vamos ligar os pontos. A região do Brasil que mais se produz energia eólica é no Nordeste, principalmente na faixa norte da Região. E não é por acaso.. Isso ocorre justamente devido aos ventos alísios.

Ora.. Se há uma tendência dos ventos alísios se intensificarem em época de La Niña e vento é a matéria prima das usinas eólicas, então no final da equação há um aumento na energia elétrica gerada. Será?

De acordo com a Somar Meteorologia com bases em agências internacionais como a NOAA nos EUA há chance do fenômeno La Niña se caracterizar ainda em 2020 e com isso, há grandes influências no setor de energia eólica.

A Somar Meteorologia, com base em pesquisas, estima que os ventos em algumas regiões do Rio Grande do Norte podem se intensificar em até 2% durante o inverno e a primavera em anos de La Niña. Então se você tem usinas no estado potiguar pode se beneficiar nos próximos dois trimestres.

Entretanto… O fenômeno tende a reduzir entre 5 e 10% a intensidade do vento em algumas regiões do Ceará, em certas épocas do ano.

Como a Somar Meteorologia ajuda na sua usina de energia eólica?

Se você é do Ceará e ficou assustado com as informações acima, não fique! A Somar Meteorologia tem a solução para você.

A Somar Meteorologia elaborou produtos personalizados para atender as demandas de previsão de geração de energia eólica. Com esta ferramenta você pode se antecipar aos impactos do clima, tornar o imprevisível previsível e otimizar seus lucros.

Com relação à Análise Climática fornecemos:

  • Estudo de longo prazo de séries de dados anemométricos;
  • Quantificação dos impactos do El Niño, La Niña e outros fenômenos meteorológicos atuantes nas usinas eólicas;

Com relação à Previsão Climática fornecemos:

  • Boletins com análise e previsão climática mensal e anual;
  • Tabelas com previsão de vento (média mensal) para 9 meses;
  • Previsão de geração de energia eólica (média mensal por aerogerador e por usina);
  • Palestras com meteorologistas especializados.

Com todas essas informações em mãos a sua equipe de planejamento vai conseguir elaborar planos de ação para redução de custos e despesas no tamanho exato para garantir o Lucro Líquido e o Ebitda orçados.

Entre em contato conosco para conhecer melhor estes e outros serviços da Somar Meteorologia.