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Os riscos são vitais para o sucesso dos negócios. Uma empresa que não se coloca em situações arriscadas é uma empresa que não sairá de sua zona de conforto. O resultado disso, com o tempo: ela será engolida pelo mercado.

Por outro lado, uma organização que se joga no novo de cabeça também pode assinar a sua sentença de morte. É para balancear esses dois extremos que existe o gerenciamento de riscos, algo fundamental para qualquer empresa de sucesso.

Em outras palavras, arriscar-se é importante, sim. Mas é indispensável fazer isso de forma consciente e controlada. Neste post, exploramos mais esse assunto e explicamos o papel dessa gestão para a empresa. Boa leitura!

Quais são os principais riscos?

Cada setor tem um conjunto de riscos que são particulares do seu modelo de negócios. Na agricultura, por exemplo, as pragas e as intempéries são duas situações que podem ameaçar de forma severa uma safra.

Já no caso do transporte de cargas, os maiores riscos estão associados ao roubo de cargas e a acidentes. No Brasil, como a maior parte dos transportes é feita por via rodoviária, tanto os profissionais que trabalham diretamente no deslocamento das cargas quanto os próprios produtos ficam vulneráveis a todas as situações que possam ocorrer nas estradas.

Na construção civil, o que mais ameaça a produtividade e a qualidade de uma obra são as chuvas e a umidade do ar. Enquanto as primeiras podem levar aos temidos atrasos, a segunda pode afetar os materiais e interferir na colocação dos acabamentos, por exemplo.

Como uma gestão eficaz pode ajudar na prevenção de problemas?

A palavra-chave quando falamos em gestão é planejamento. Nesse sentido, planejar significa coletar dados, analisá-los, traçar cenários e definir planos de contingência para cada um deles.

Esse protocolo diminui o número de situações imprevistas, agilizando a ação correta nos mais diferentes cenários. O resultado disso é o ganho de produtividade, já que os colaboradores não perderão tempo improvisando quando um problema acontecer.

Outra consequência é a redução de danos e prejuízos. Mesmo diante de uma situação adversa, as perdas serão pequenas, pois a empresa terá capacidade para agir rapidamente, solucionando o problema logo no início.

Como usar a análise SWOT na gestão de riscos?

A análise SWOT (sigla para Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats ou Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) é uma velha conhecida dos profissionais da gestão estratégica, e pode ser uma excelente ferramenta para a gestão de riscos.

Como já indica a sigla, a SWOT permite à empresa identificar as suas fraquezas, oportunidades e ameaças. Com essa matriz pronta, a organização pode aprofundar a análise desses quadrantes e descobrir os riscos escondidos em cada um dos pontos indicados nela.

Depois, basta pensar nos cenários possíveis relacionados a esses riscos e fazer o planejamento das ações mais apropriadas para cada situação.

De que forma a meteorologia auxilia no gerenciamento de riscos?

Alguns setores são extremamente sensíveis a intempéries e eventos climáticos. O varejo, a construção civil, a indústria do petróleo, a logística e as offshores são alguns exemplos de atividades em que acontecimentos meteorológicos podem ter efeitos de grande importância.

Por isso, ter o acompanhamento de um serviço de monitoramento climático é fundamental. A previsão do tempo é capaz de fornecer informações preciosas para a tomada de decisões da empresa, contribuindo para que o gestor faça um planejamento considerando também na equação os fenômenos naturais.

Em síntese, a coleta de dados — inclusive meteorológicos — é fundamental para o gerenciamento de riscos. Com ela, como vimos, a empresa já saberá quais serão os custos, tanto financeiros quanto de outros recursos, diante de determinadas circunstâncias.

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